quinta-feira, 21 de junho de 2012

Força, Portugal! :D

Bora lá chegar boas ao Cech e companhia! :D Já que vou perder horas de estudo só para ver o jogo (Cof...Cof...Cof...) mais vale que valha a pena, certo? ;)

Ganhar vontade para estudar...

É disto que tenho de tratar. Tenho MUITO para estudar e pouco tempo para o fazer. Mesmo assim estou alapada em frente ao PC enquanto penso na morte da burra. Útil, não?

Toca a reunir a tralha de práticas administrativas e secretariado mais aquela maldita legislação e... Butes lá tratar de vida, que ela não faz nada sozinha...

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O parto do meu filho. :)

Hoje, o meu pequenino faz 21 meses. Isso significa que está à distância de 3 meses para deixar oficialmente de ser bebé (embora vá ser sempre o meu bebé - mesmo quando for homem de barba feita!). Deu-me cá umas saudades do dia em que ele nasceu... Por isso, resolvi usar o blogue para falar sobre essa experiência - talvez a mais poderosa que tive até hoje. :)

Não posso dizer que tenha sido um momento silencioso, daqueles em que vemos a mãe com uma luz fraquinha, música escolhida por ela, tudo tão perfeito que até assusta. Foi num hospital, com luzes de hospital, cheiro de hospital, batas de hospital, ... E mesmo assim, conseguiu ser perfeito. Acima de tudo, porque foi perfeito para nós. :)

É claro que tudo começou muito antes do parto, muito antes de estar grávida! Começou no momento em que a minha alma sentiu que podia viver com uma parte de si fora do corpo. Continuou no momento em que o amor que ainda andava perdido e pouco direccionado encontrou o seu destino - naquele teste de gravidez que eu simplesmente sabia que ia dar positivo, mesmo sem estar a contar. E todos os dias amei mais um bocadinho: mais 0,2... Mais 0,5... Todos os dias, forte e firme, amei o meu filho mais um  bocadinho. Por isso, parece-me só lógico que o momento do parto seja aquele momento em que não consigo falar sem chorar. Não porque doeu ou porque aconteceram coisas que eu não queria que acontecessem. Choro porque foi O momento mais absolutamente cativante e maravilhoso pelo qual tive o privilégio de passar. Porque tinha a mão do meu marido ali, a segurar a minha enquanto me fazia ganhar força para pôr o meu filho no Mundo. Porque Deus deu-me um filho mais perfeito do que algum dia ousaria pedir.

Como posso pensar com amargura nas contracções? Se foram elas que me ajudaram a ter a única coisa que desejei desde sempre... Aqueles momentos passados na bola de pilates, em que respirava e pensava se seria mesmo desta... Doíam, sim! Mas o sentimento mais avassalador era aquele que se alojava quando pensava que poderia estar a chegar a hora de conhecer o meu Filho. Quando a bolsa de águas rebentou - eram 22h - veio o medo. Porque eu não era capaz de aguentar as dores e não ser medrosa! Deus, e onde ia eu encontrar força para fazer o meu filho nascer? Naquele momento, o meu marido chegou e foi ele quem me trouxe a força necessária. Porque o nascimento de um filho também pode ser feito através do pai! Cada segundo que me segurou nas mãos, cada palavra de incentivo e apoio, cada gargalhada brincalhona sobre um momento tão especial... Tem momentos em que isso pode ser mais eficiente do que todo o material médico junto. :')

Lembro-me, também, de estar a ouvir Alicia Keys. Foi perto da altura em que se deu a expulsão do meu filho e, algures entre as vozes de incentivo das enfermeiras e do marido, os meus próprios gritos e o caos que sentia, ouvi os últimos 30 segundos da música "Empire State of Mind". Mais uma força e o meu filho nasceu. Nascia ao som de Alexandra Burke - "Hallelujah". Sim, Hallelujah!!! O meu filho tinha nascido!!! Meu Deus, que eu sentia que era capaz de levar o Mundo nas costas... Era a Supermulher, pronta para tudo. Porque Deus ajudou-me e deu-me um saudável menino, que tinha nascido com 51cm e 3.680kgs. Entre o início do trabalho de parto e o fim, passaram apenas 10 horas. E em apenas 10 horas eu e o meu marido conseguimos passar pelo milagre mais repetido desde sempre: o milagre de dar a Vida a alguém. E naquele dia, fiz nascer um bebé que chorou a plenos pulmões e que veio quase logo para a maminha da mãe. Um bebé que hoje faz 21 meses. E que daqui a uns escassos 3 meses vai deixar de ser bebé e vai ser oficialmente um menino. :')

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Victoria Grant - a crise explicada por uma menina de 12 anos...



A menina de 12 anos do vídeo conseguiu cortar com rodeios e floreados para ir directamente ao cerne da questão: o peso dos mercados financeiros na actual crise económica. Talvez seja hora de dar voz a meninas em vez de políticos porque são, manifestamente, mais capazes de chegar ao centro do problema e detectar por onde se deve cortar. Pessoalmente, sugeria cortar a cabeça a meia dúzia de especuladores dos mercados financeiros mas podíamos começar por algo mais simples... Uma coisa tão maluca como os Estados aceitarem o facto que não podem viver acima das suas possibilidades! No fundo, isto não passa da aritmética de um orçamente familiar: se eu ganho 500,00€, o marido ganha 600,00€, não posso gastar 1.300,00€. Se me endividar com o banco, talvez até possa fazer essa vidinha de lorde meia dúzia de anos... Mas eventualmente, vou ter de devolver o dinheiro e aí, até a pele me vão tirar do corpo para poder pagar a dívida... Isto não é simples e óbvio? Então, qual é a dificuldade? Porque é que continuamos a dar abébias a esta corja?
(Agora aguardo que venham os teóricos de economia criticarem a minha visão simplista e leiga de ver a questão... XD)

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Portugal x Dinamarca



Ora bem... Diz que hoje é dia de jogo decisivo. Eu concordo! Eu aposto num generoso 1-0 para Portugal. E é generoso porque raios!!! Não conseguimos atinar com a baliza nem com promessas aos Santos!... Além disso, e uma vez que estamos na cauda da Europa na grande maioria das coisas, gostava de, pelo menos nalguma coisa, estar mais lá para a frente. Talvez barriga, ou pescoço... Seja como for, já tenho amendoins, cajus, coca-cola com cerveja e sofá confortável. Só falta ir buscar a minha companhia - o meu filho, que provavelmente passará o jogo a dizer-me "ah mamã, a bobolha" para evidenciar o facto de haver uma bola no relvado. ;) Coisa boa! :D

E já que falamos em futebol, aproveito para dar um recado a alguns desses pseudo-intelectuais da treta: em vez de criticarem os amantes do futebol, façam um exercício de auto-crítica, se faz favor. :) É que o facto de saberem recitar Niezstche, Dostoievsky ou Marx só faz de vocês papagaios. Escudarem-se nos livros que lêem ou na música que ouvem para se sentirem superiores, desdenhando de uma cultura tão válida como outra qualquer, é acto de gente limitada e pequena. Estúpida, para perceberem melhor! :) Portanto, por uma vez na vida, pull your head out of your asses e mordam a língua antes de desdenharem do futebol. Pelo menos, durante os jogos, ninguém adormece; o mesmo não se pode dizer das conversas que alguns pseudo têm, com recitações parvas de livros que só leram porque alguém lhes disse que era in.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Músicas com significado - parte I




Hoje a Antena3 resolveu presentear-me com a música Just Breathe, dos Pearl Jam. Não só é uma das minhas bandas de eleição, como a música e letras são deliciosas. Fiquei com a expressão que fico sempre que a oiço: com um sorriso daqueles que me põe lágrimas nos olhos. :')
Por isso mesmo, partilho uma das minhas all time favorites:

"Yes, I understand that every life must end, uh-huh
As we sit alone, I know someday we must go, uh-huh
Oh I'm a lucky man, to count on both hands the ones I love
Some folks they've got one, yeah, others, they've got none

Stay with me...
Let's just breathe...

Practiced all my sins, never gonna let me win, uh-huh
Under everything, just another human being, uh-huh
I don't wanna hurt, there's so much in this world to make me bleed

Stay with me
You're all I see...

Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn't I'm a fool you see
No one knows this more than me

As I come clean...
I wonder everyday, as I look upon your face, uh-huh
Everything you gave
And nothing you would save, oh no

Nothing you would take
Everything you gave...

Did I say that I need you?
Oh, did I say that I want you?
Oh, if I didn't I'm a fool you see
No one knows this more than me
And I come clean, ah...

Nothing you would take
Everything you gave
Hold me til I die
Meet you on the other side..."

quinta-feira, 7 de junho de 2012

6h...

Essa foi a hora de despertar hoje, com puto aos gritos e todo irritado. Ainda tenho os ouvidos a zumbir... Espero que o resto do dia seja melhor.